domingo, 1 de agosto de 2021
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Casa de Caco Multimídia

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28 de julho: Dia do Agricultor

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Neste 28 de julho, é celebrado no Brasil o Dia do Agricultor.

A data foi criada pelo Decreto de Lei nº 48.630, de 27 de julho de 1960, em comemoração ao aniversário de 100 anos da fundação da Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, em 1860, por Dom Pedro II. A lei foi sancionada pelo então presidente Juscelino Kubitschek.

É no contato com a terra, do plantio à colheita, que o homem do campo tira o seu pão e alimenta uma cidade inteira.

A dedicação é sua virtude incansável. Levanta bem cedo, vai ao arado, à semeadura, à irrigação e à espera. Os frutos produzidos são o seu tesouro mais valioso.

Frutas, legumes, verduras. Alguns se perdem, outros muitos vingam. E, no final, a certeza de ser indispensável para a alimentação do seu próximo.

A Casa de Caco Agronegócio homenageia ninguém menos do que a razão de ela existir: o agricultor, o homem e a mulher do campo, o produtor rural.

Geração de empregos no agro brasileiro no 1º trimestre é a maior desde 2007

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Mesmo com cenário de pandemia, a agropecuária do Brasil gerou 60.575 novos postos de trabalho no primeiro trimestre de 2021. Para se ter uma ideia, é o melhor resultado do setor desde os primeiros três meses de 2007 – quando foram criadas 62.245 vagas de emprego.

A informação foi divulgada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que analisou os dados do Caged, quase todas as regiões brasileiras geraram empregos no agro no acumulado janeiro, fevereiro e março deste ano.

O Sudeste e Centro-Oeste foram as regiões que criaram mais vagas nesse período, com 44.477 e 11.668, respectivamente. Apenas o Nordeste foi a exceção – fechou 7.530 postos de trabalho.

NÚMEROS

De acordo com o Caged, do total de vagas de emprego no agro criadas no primeiro trimestre deste ano, 59,7% se referem ao estado de São Paulo (36.146), 12,3% à Minas Gerais (7.467) e 5,1% à Bahia (3.085) – o único estado nordestino com saldo positivo.

Já por atividade agropecuária, a soja (12.656), as frutas de lavoura permanente – exceto laranja (10.722) e a criação de bovinos (9.782) foram os setores que mais empregaram no período. Essas culturas, juntas, responderam por 54,7% do total de vagas criadas.

Faemg explica alta nos preços da carne em 2021

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A alta nos preços das carnes, ovos e leite tem pesado no bolso do consumidor desde o início da pandemia.

E o motivo está ligado à valorização e grande demanda pelo mercado internacional, sobretudo a China, de commodities como milho, soja e carne.

O real desvalorizado e o baixo poder de compra do brasileiro também estão ligados a esse cenário.

A Casa de Caco ouviu o Analista de Agronegócios da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), Wallisson Lara, que analisou as conjunturas nacional e internacional.

ENTREVISTA: Otávio Maia, presidente da Emater-MG

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A Casa de Caco Agronegócio entrevistou o presidente da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), Otávio Maia.

Em pauta, os desafios enfrentados pelo agronegócio durante a pandemia de Covid-19, os projetos da Emater para fomentar a produção agropecuária em Minas Gerais, e as ações de auxílio aos pequenos e médios produtores rurais.

Confira!

Sistema Faemg completa 70 anos

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG) completa 70 anos em 2021.

A entidade celebrou o aniversário no dia 7 de julho, Dia do Produtor Rural Mineiro, com uma solenidade virtual (ASSISTA AQUI).

A trajetória do Sistema FAEMG foi abordada no evento, que contou com depoimentos de personalidades, como: o Ex-Ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, o Governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e da Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina Dias.

O Presidente da FAEMG, Roberto Simões, conduziu a solenidade, e falou mais sobre as sete décadas da entidade.

CASA DE CACO MULTIMÍDIA: sua boa imagem ao alcance de todos.

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Mercado de Flores na Ceasaminas une produtores e consumidores

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O Mercado de Flores na Ceasaminas em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte, é o primeiro centro de distribuição de plantas ornamentais de Minas Gerais.

Inaugurado no final de 2020, o local, um pavilhão com mais de 100 mil m² cedido pelo Governo de Minas Gerais, une produtores de flores ao consumidor final.

Até então, toda a produção de flores e plantas do estado ia para São Paulo, e retornava para a venda em território mineiro com preços elevados.

“Essa dinâmica de vendas era muito prejudicial ao pequeno produtor de flores mineiro e ao consumidor final. O Mercado vem para dar oportunidades aos floristas de diversas regiões de Minas e oferecer mais uma opção na Ceasa”, explica Stael Gontijo, jornalista e idealizadora do projeto.

O regulamento de funcionamento do mercado foi debatido com mais de cem produtores, e segue os critérios sugeridos pela Câmara Nacional de Flores, além de ter se baseado em outros mercados no Brasil, como os de Campinas e Holambra, no estado de São Paulo.

O açúcar no café

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Por Saimithon Souza
Economista, mestre de torra e proprietário da torrefação Abc do Café

Pelas nossas experiências com degustações no dia a dia, vemos que grande parte do consumo de café no Brasil é feito com o uso do açúcar; e não é pra menos, pois de acordo com levantamentos recentes feitos pela Sucden, multinacional do ramo açucareiro, o Brasil está entre os países com maior consumo de açúcar no mundo. O paladar do brasileiro está amplamente adaptado à sensação doce presente em toda a culinária nacional.

Como estamos adaptados palatativamente ao doce, nos tornamos avessos e sensíveis a qualquer nível mais alto de amargor. Isso faz com que o consumidor brasileiro tenha dificuldades no processo de adaptação ao café sem açúcar. Vemos muitas pessoas com vontade de cortar o doce no café, mas sentem muito com qualquer nível de amargor na boca.

O açúcar tira o verdadeiro sabor do café, fazendo a percepção do gosto ser camuflada pelo doce inserido. Ele também retira o poder antioxidante presente em suas propriedades, causando oxidação na bebida, o que afeta (não causa) a gastrite e a azia estomacal. O açúcar é, reconhecidamente, fonte de muitos malefícios para a saúde humana e por isso fugir do consumo demasiado desse produto é de suma importância para evitarmos problemas de saúde.

Consumir café com açúcar não é problema e nem deveria ser proibido ou se tornar um hábito questionado. O mais importante para quem tem essa bebida, que é paixão nacional, é a experiência e o deleite por ela causado. Beber café deve estar ligado ao prazer e não ao sacrifício, caso haja em enfrentar o amargor.

A dica que damos é tentarmos reduzir o açúcar de forma gradativa na nossa culinária e começarmos a procurar por doces menos doces, como o doce das frutas e cereais, por exemplo.

Outra questão essencial é buscar por cafés com torras mais claras, mas se sua preferência é pelos cafés de torras mais escuras, comece a selecionar diferentes marcas, compre embalagens menores e experimente-os em dias alternados. Os cafés que apresentarem o menor amargor tendem a ser o melhor café a ser consumido – e é aí que deve estar nossa preferência.

Mas devemos ter cuidado, pois muitos de nós, ao descobrirmos e nos apaixonarmos pelo universo dos cafés de melhor qualidade e pelo baixíssimo amargor apresentado em suas infusões, podemos erroneamente passar por um processo de doutrinação radical contra o açúcar, passando a criticar e, por vezes, tentar impor ao outro a nova visão adquirida.

É sempre importante termos cuidado com essa questão, pois cada um de nós tem seu próprio tempo para desenvolver o paladar e, por isso, entender o momento do outro é essencial para curtirmos a relação saudável, calorosa e inspiradora que o café proporciona.

Conheça o cultivo hidropônico de folhosas em Mário Campos

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Você já ouviu falar em hidroponia? É uma técnica de plantio de hortaliças diretamente na água, enriquecida com nutrientes e sem o uso do solo.

A Casa de Caco foi conhecer uma das fazendas produtoras de verduras que utilizam a hidroponia e o plantio convencional. A propriedade fica no distrito de Bom Jardim, em Mário Campos, Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A cidade é conhecida como integrante do cinturão verde da capital mineira, pois oferece mais de 30% das verduras folhosas consumidas na região.

Ao todo, mais de 240 hectares de terras são destinados para as plantações desses vegetais, como alface, espinafre, salsa, almeirão, cebolinha, acelga e manjericão.

“A hidroponia é uma técnica mais sustentável e rentável para os produtores. As hortaliças cultivadas nesse modelo de plantio atendem aos consumidores mais exigentes e preocupados com a pureza dessas plantas”, afirma César Daniel Campos, proprietário da Hortaliças Bom Jardim e produtor hidroponista.

Para o extensionista da Emater de Mário Campos, Flávio Camargos, o cultivo hidropônico reflete a expertise dos produtores do município no manejo de folhosas. “O carro chefe da produção de verduras aqui em Mário Campos é o alface. Além dele, nossos produtores são especialistas em cultivar e comercializar diversos tipos de folhosas na Região Metropolitana de BH”, completa.

Governo de Minas regulamenta cobrança pelo uso de recursos hídricos

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O Governo de Minas Gerais publicou decreto que regulamenta a cobrança pelo uso de recursos hídricos no Estado. O Decreto 48.160, sancionado pelo governador Romeu Zema, deverá seguir os critérios e normas previstas na Deliberação Normativa (DN) nº 68, aprovada na 124ª Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH-MG), em 22 de março de 2021.

A DN estabelece metodologias de cobranças para os usuários de diferentes setores, e que o preço para a cobrança pelo uso da água deve ser diferenciado, conforme a disponibilidade e qualidade da água na região em questão. Outra regra apresentada é a definição do preço mínimo, para os diferentes usos da água, que devem ser praticados pelos comitês de bacia.

A cobrança é um instrumento de gestão previsto na Política Estadual de Recursos Hídricos e obrigatória para todas as bacias hidrográficas de Minas Gerais. Trata-se de uma determinação do Decreto 47.860, publicado em fevereiro de 2020.

Atualmente, esse instrumento está implementado em 12 das 36 bacias hidrográficas do Estado. Os recursos oriundos da cobrança podem ser convertidos em ações de melhorias na gestão das bacias como o financiamento de projetos hidro ambientais, de planos municipais de saneamento básico, entre outras medidas, para garantir o uso sustentável da água e a segurança hídrica.

Com essa medida, o pagamento das taxas deve ser feito por todos os usuários de água sujeitos à outorga, de maneira proporcional ao uso no estado. A cobrança só não será aferida sobre os usos da água para suprir as necessidades de pequenos núcleos populacionais e quando o uso for considerado insignificante, ou seja, quando não há necessidade de obter outorga junto ao Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam).

CÁLCULO

O Decreto e a DN apresentam outra mudança importante, que é a simplificação da metodologia de cálculo para cobrança. Em todos os outros usos que são outorgados consuntivos o usuário deverá pagar a cobrança anualmente.

A base de cálculo utilizada para executar a cobrança levará em conta o volume captado e consumido, a carga de poluente outorgados ou pelo volume, além da carga de poluentes efetivamente medidos no ano anterior ao que se der a cobrança, conforme valores informados ao Igam na Declaração Anual de Uso de Recursos Hídricos (DAURH).

Após a definição de valores e implementação do início da cobrança, as tarifas poderão ser reajustadas, anualmente, levando em consideração a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O pagamento das taxas referentes à cobrança se dará por meio de um Documento de Arrecadação Estadual (DAE), que será emitido pela Secretaria de Estado de Fazenda (SEF).

Outras informações podem ser obtidas junto ao Igam, CLICANDO AQUI.

Fonte: Sistema Faemg